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Manifesto Banux

De cliente bancário a operador da própria infraestrutura financeira.

Toda empresa de médio e grande porte já opera, na prática, um banco interno: paga, recebe, antecipa, garante, consigna, financia fornecedores. A diferença é que hoje paga tarifa de um terceiro para fazer isso. Banux propõe inverter esse fluxo: a empresa passa a cobrar do próprio ecossistema, dividindo o spread.

1. Visão executiva

Cada R$ 1 que sai da empresa para tarifas bancárias é uma renúncia de margem. A tese Banux: internalizar a infraestrutura (BaaS + Escrow + SCF + FIDC + Carteira + CaaS + Reciv) e redistribuir o ganho via profit-share entre Banux e cliente — default 50/50, ajustável por contrato.

Redução de custo bancário
-30 a -70%
Nova receita proprietária
+5 a +15%
sobre receita bruta
Payback típico
6 a 18 meses

2. Arquitetura financeira

O fluxo abaixo mostra como a receita proprietária aparece em cada módulo e converge para o profit-share:

  ┌──────────────┐    consome     ┌──────────────────────┐
  │  Ecossistema │ ─────────────▶ │  Módulos Banux       │
  │ (clientes,   │                │  BaaS · Escrow · SCF │
  │  fornec.,    │ ◀──────────────│  Carteira · FIDC     │
  │  colab.)     │   tarifa /     │  CaaS · Reciv        │
  └──────────────┘   spread       └──────────┬───────────┘
                                              │ receita bruta
                                              ▼
                                   ┌──────────────────────┐
                                   │  Profit-share 50/50  │
                                   │  (editável /módulo)  │
                                   └──────┬────────┬──────┘
                                          ▼        ▼
                                     Banux    Cliente
  • BaaS — substitui tarifas de PIX/TED/contas e captura float remunerado.
  • Escrow + Cash management — float, sweep, conciliação e régua de cobrança automatizada.
  • SCF — antecipação de fornecedores com spread proprietário.
  • FIDC — funding institucional via DTVM as a Service; empresa vira originadora e gestora.
  • Carteira / CaaS / Reciv — monetização de carteira de clientes, consignado interno e tokenização de recebíveis.

3. Roadmap & racional

  1. Fase 0
    Diagnóstico

    Upload da DRE real (piloto BlackRock/DUE) → IA pré-calibra os sliders e calcula score de aderência ao simulador.

  2. Fase 1
    Estruturação

    Implantação dos módulos prioritários (BaaS + Escrow + SCF) com contrato de profit-share assinado.

  3. Fase 2
    Captura de spread

    Ativação de Carteira, CaaS e Reciv conforme apetite do ecossistema. Tabela de preços negociada por vertical.

  4. Fase 3
    Funding próprio

    FIDC operacional — empresa deixa de demandar capital de bancos e passa a originar para o próprio fundo.

Premissas alimentadas por: Resoluções CVM 175/88, BCB SGS (CDI, Selic), DRE real do prospect quando disponível.